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TRATAMENTOS CLÍNICOS Os tratamentos clínicos para a Disfunção Erétil evoluíram muito nos últimos anos e nos dão uma gama muito grande de opções para tratamento. Após uma avaliação do paciente, e havendo necessidade, lembrando que, sempre sob supervisão médica pode ser orientado em boa parte dos casos um tratamento clínico para a Disfunção Erétil. MEDICAMENTOS VIA ORAL Sildenafil É apresentado em dosagens que variam de 25, 50 e 100 mg. Somente o médico saberá indicar qual a mais adequada para cada caso. Funcionará bem em pacientes jovens sem patologias graves, pois é um vasodilatador seletivo das artérias dos corpos cavernosos, agindo como inibidor seletivo nas PDE5, favorecendo assim, uma ereção dos corpos cavernosos. Em pacientes com patologias mais graves ou mais idosos sua utilização não será tão indicada, pois o Alprostadil será mais eficiente, ou mesmo o uso de próteses penianas infláveis ou maleáveis. Para alguns pacientes a droga não oferece muitos efeitos colaterais, no entanto é contra-indicado para pessoas com problemas cardíacos ou que fazem uso de nitrato.. Os efeitos colaterais mais comuns são taquicardia, dor de cabeça, hipotensão, gastrite, diarréia, distúrbios visuais, e em pacientes cardíacos ou hipertensos que nitratos, o risco de problemas cardíacos é alto. Toda pessoa que queira utilizar o Sildenafil deve procurar um especialista para uma análise clínica antes. Esse medicamento é contra indicado em pacientes que façam uso concomitante com nitratos e na rara doença visual retinite pigmentosa. Esse medicamento só deve ser utilizado com orientação e prescrição médica. Nunca se automedique. Mesilato de Fentolamina A fentolamina tem sido utilizado por via intracavernosa, combinada com papaverina e/ou prostaglandina desde 1985 (Sharlip 1998). Esse medicamento só deve ser utilizado com orientação e prescrição médica. Nunca se automedique. Cloridrato de Vardenafil Como esse medicamento tem propriedades vasodilatadoras discretas, resultando em reduções leves e transitórias da pressão arterial, a administração concomitante de nitratos com Cloridrato de Vardenafil é contra-indicada. Cloridrato de Vardenafil não está aprovado para indivíduos com menos de 18 anos. As reações adversas comuns (>1%<10%) incluem dispepsia, náusea, vertigem e coriza. Esse medicamento só deve ser utilizado com orientação e prescrição médica. Nunca se automedique. Taladafil Esse medicamento só deve ser utilizado com orientação e prescrição médica. Nunca se automedique. Apomorfina O medicamento não é ingerido como o Sildenafil, mas sim colocado embaixo da língua até sua absorção. O seu efeito ocorre em aproximadamente 20 minutos e de forma muito semelhante àquela que leva o homem a ter uma ereção. Uma outra diferença em relação ao Sildenafil é que pode ser utilizada em pacientes que tomam nitrato. Esse medicamento só deve ser utilizado com orientação e prescrição médica. Nunca se automedique. Ioimbina Esse medicamento só deve ser utilizado com orientação e prescrição médica. Nunca se automedique. MEDICAMENTOS INJETÁVEIS Prostaglandina e Alprostadil
A prostaglandina é antagonizada (ou seja, tem seu efeito diminuído) por outras drogas como a adrenalina e a noradrenalina. Esse é o motivo pelo qual o homem com stress acentuado às vezes não consegue uma boa relação sexual, simplesmente por ter uma liberação acentuada de adrenalina endógena e que limita a sua ereção. Uma técnica popular de tratamento envolve a injeção de uma pequena quantidade de medicação diretamente dentro do tecido erétil do pênis. A ereção geralmente ocorre dentro de 10 minutos e dura de 30 a 90 minutos. A utilização de um aplicador próprio torna este processo fácil e indolor. Preparação:
Antes da aplicação:
Aplicação:
Esse medicamento só deve ser utilizado com orientação e prescrição médica. Nunca se automedique. TRATAMENTOS HORMONAIS O uso de tratamento a base de hormônios deve ser feita com bastante cautela pois seu uso indevido pode causar uma série de complicações ao homem. Maiores informações sobre a parte hormonal são discutidas no item Andropausa. Uma deficiência do hormônio sexual masculino, a testosterona, pode acarretar distúrbios de ereção. Nessas situações, o tratamento de reposição hormonal apresenta bons resultados. Apenas aproximadamente de 3 a 4% da população masculina apresenta esse tipo de problema e pode se beneficiar com o tratamento. Efeitos colaterais de uma reposição hormonal podem ser sérios em pacientes com história de problemas cardíacos, de rins, fígado e, especialmente câncer de próstata. Sempre necessita avaliação e prescrição médica. BOMBA A VÁCUO A bomba a vácuo é muito utilizada em homens que tiveram que remover a prótese peniana por algum motivo. Apesar de ser uma técnica não invasiva e com baixa taxa de complicações, exige boa destreza manual por parte do paciente para sua utilização, bem como pode levar a contusões no pênis e interferir na ejaculação.
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